quan doplato ni coeme lhoquerealidade

desestruturandoarealidadeconcretadaconstituicao daspalavrassentimentossacoeseestruturascomecoa meperguntarseseriarealmentepossivelnivelaroreal eoidealisado,oconstuidopelagenteparaagentesopra confortararlmasdescontruidaspelacruezadalucidez .sesaocosntrucoesconscritivassobreorealnadaedefa tooquepermitetalcorrespondeciaumaconstrucaode imagensecinestesiasquenaovivesoemmimeemtodo mundomaseaessenciadessemundocaogatopeixeera aassimetriadoquechamamosdeexpectivasvesusore alnaoeoresultadodeumprocessodeansiedade.porta ntonadapradizerqueosofrimentovemdessarelacao internalizadanaalmanamenteenocorpodagente,se riacomodizerqueanossahumanidadevemdessasim bologiadesconexadaentropiadarelacaoentrerepre sentacaoerealidade,sabendoquearealidadeeapenas oresutadodeumprocessodeinterpretacaodeelemen tospassiveisdeinteracao.somosoquesomospelaexpe ctativasobreoquevemos.sentimosoquesentimoscom orespostaaomundoexterioreprevencaodedanosjae xpierimetado.esperaroinesperadoeumexerciciode libertacaodasaamarrassociaiscomoumtextoembloco.

 

blocadamentecosntituidaoplatonismoeopositivo dessasociedadedoentepelasaudeepelalibertacao atodocusto.selibertadasensibilidadehumanaead entranadordovaziopreenchidopelomaterialismo naoerevolucaoexternaquesalvaalma,nemereligi ao.oquenossalvaesentir.porissocrieexpectativas crieesperancaecrietodasasemocoesruinseboasn oseucorpo;dores,desejos,medos,esperancas,amo res,gulas,felicidades,tristezasetudomaisquesomo scapazesdesentir.asensiblidadedavidaestaainess ahumanidadelatentequenemeexclusivamenteno ssa.docontrariosomostodosoavessodoplatonismo eoqueveremosaquieumblocodeletrasemumsitiod enetsujovaziodesentidoedebelezaestetica.libertes eparaentenderoqueasletraslhetempradizer.livrem entevocesenteeeusinto…hmm.daprasorriragorane.

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superainsu perartecon tracao

Em tempos de falta de liberdade deliberatinagem de batatinagem

Somos feitos de nao perdao, somos feitos de un quando deveriamos ser todos

se corromper e palavrao amor e odio fazem o incestuoso romance erotico a la manara

pois a arte que liberta trancada fica dentro das almas ignobeis

sempre presente num fundo a gente lembra os primeiros choques:

“13 anos crianca, bienal so antropofagia nos une nao entendo a epoca

nao conhece a belezadesnudadaarteestetimenterevoltante

sedutora, jesus esquartejado, pepinos cavalos, sois, cactos a boba.”

a arte forma carater de libertarte das amarras do naos er

ordinario!ordinario!comum!banal!

prefiro ficar de conchinha com os loucos artistas destopicamente sedutores

prefira o tonal, o desigual o chocante desaprisionadamentereconstituidocomo umser

maquinadesejante nao mais desejadesejar

artisticamente liberto do ordinario

e viva o lirismo dos bebados!

 

 

comba ilarba tecomfor caterou maisumpo emasujodei nsoniao utrave z

Chapeu vermelho, elmo

Sapatilhas negras e densas como a luta a travar,

Colhendo as migalhas para verdades, quem sabe

Cacos, telhas, pedaços e restos, colar-montar-juntar, talvez

Noite e sempre quando luz se busca

ou loucura e sempre quando lucidez encontra/se

nao falar do nojo do fundo da mente imunda do mundo humano

sempre ver a luz dos tuneis que sao olhos daqueles que mesmo sem ternura ou luz/idez tem nu (n)o fundo do si

trata/se de escavar no fundo o esquema que nao foi dito por-para-com ninguem

ninguem tem sorte, tem medo ausente

tem forca latente, tem sonho de irmao

irmao-companheiro-amigo cliche

ah se o cliche da placidao do feliz fim perpassasse por aqui

ah se a inovacao da solucao meu corpo tocasse, meu corpo de terra, de ceu e de pao

minha carne que coberta-comida de luto de forca me escapa pelas maos

seja garganta-voz-olhos-agua se desfaz um suado bordao

ode!ode!ode! nao ha ode onde nao ha compreensao

para

respira

aprofunda

o corte na mao infeccao do vir a ser

se amarradas as sapatilhas ficarao

se protegida no vermelho e no preto estarao

o amor do s/j o que for mais de um vencer-ha-de-senao

pisca olho, cilio belisca, risca cornea lagrimas cairao ate o fim

sem rima-poesia-ritmo ou agonia ha de este trecho ter final

mas as luas enlameadas de dores e cheiros dessa tal privada-vida-priori

hei de superar um id;ego;eu para os mais que dois, mais que dez, mais milhao

hai de ver que terra parte todos e

e nao ha forca que nao deixe mais essa batalha seguir marchando, sempre altiva-de pe-por-pe

convic caonaoe acreditarouqual querideiologiazi nhaai

Conviccao. Nao se trata de acreditar em verdades ou ideias ou propostas. conviccao e fe em um futuro com clareza de um presente ou passado, para mim. Por isso sou convictamente antirepresent ativa. Nao e um post doutrinario ou qualquer coisa assim, nem panfletario. Simplesmente nao acredito que alguem possa representar como vejo o mundo, o que desejo pra algum territorio que chamam por ai de nacao, pais e coisas afim.

Convictamente nao acredito na democracia liberal. Sem entrar e claro nos pormenores que chamamos de conceitualizacoes do bla bla bla. Sim, a democracia e o liberalismo politico e economico sao a santa trindade da moderna civilizacao. Claro que podemos mudar o nome deles: jesus vira a democracia com seu humanismo ufanico, o liberalismo politico o espirito santo que tudo toca e gera produto, e por fim o liberalismo economico deus que tudo ve, tudo sabe. Nao e ultraje, nem muito menos descrenca. Conviccao e minha crenca e ela me arma para nao votar. nao votar mesmo em nada, nem em sindico de condominio. nao e egoismo nem altruismo. A maioria e a minoria sao parte de um todo de individuos com mundos e realidades paralelas que convergem, hoje, no selfie do face, no candidato do coracao. No cachorrinho que ri e faz coisas engracadas. Queria so um pouco que essa convergencia fosse conviccao, ai teria mais aventura, menos conspiracao e medo. Serio, medo da democracia que nasceu decadente no sistema anglo-saxao perfeitinho e complicado que a gente chama do que quiser. Vivo nesse mundo e me viro nele, e jogar o jogo. Mas entre sobreviver jogando ludicamente e apostar em cheio na famigerada representatividade e pedir demais. Ainda nao to jogando roleta russa, quando estiver entro na brincadeira da sopa de letrinhas do bla ble bli blo blu.

Feliz festa da democracia.

somdesonharoinpensavel

Anos sem escrever uma palavra falsamente poetica se quer. Sem desenho, sem sonho com sono. Sonho ok, existiram todos os dias. Perspectivas recheadas de esperanca persistem, mudancas continuam. Nao e questao de amor, dor, medo ou sentimento humano. E como ser parte de algo que agoniza sozinho, calado, engolido.

Deixar de escrever, pintar e devanear e o mal do mundo entrando nas entranhas da gente. Grande coisa, muitos sao felizes no mundo dos veus ordinarios, das compras babacas e dos medos adultos. Medos adultos porque criancas tem medos realmente serios. Tem alguma crianca aqui ainda? Tem alguma alma aqui ainda? Tem, se sinto dor de terra tem.

Terra doi. Voar quero. Frases longas cheias de retoricas e palavras rebuscadas nao ajudam a comunicar, so escondem o que os adultos tem vergonha de contar. Nao estou na infancia mas queria a inocencia dele de novo, tudo bem que nao me lembro como era ser inocente, ingenua e gentil. Nao me lembro de ate quando fui crianca, quando sentia gosto de terra e de ar dentro de mim. Nao sei bem ao certo se crianca fui, mas idosa estou, idosa de alma, de cristalizacao da vida dentro de um corpo jovem mas tao cansado quanto o de uma velha rancorosa de 130 anos.

Nao busco elixir de juventude, quero as asas de icaro ou o vento de iansa para quem sabe voar daqui. Nao tem chave a prisao da conciencia, o pior que o consciente foi uma escolha necessaria, o mal que escolhi pra mim porque nao dava mais para tentar conciliar os mundos todos que se pode viver. A poesia ficou em outro lugar. A ordem dessa mundo e uma bagunca pra mim. Na proxima oportunidade nao me calo, nao me abro e nao chovo. Se raio sou, raio mostrarei.

Som delicioso e o dos trovoes, cor linda o brilho dos raios, mas ainda quero mais. quero o fogo que pega na chuva, quero sair da selva e voltar pro campo. Quero a infancia que me roubaram precocemente quero ela pra quem estao roubando agora. Na proxima vou de cachorro.

interruptordevicerasalheiasavontadedodono

A luz acesa e o botao de ligar insiste em ficar assim mesmo contra minhas vontades expressas e conscientes. Sabe a intransigencia de ser ou de simplesmente nao querer ser, pois e elas atrapalham amis que dores fisicas e  emocionais. Nao tem mais pe nem cabeça este post e muit menos razao para ele, mas continuo escrevendo por caisa da porcaria do botao que nao desliga. como se estivesse conectada a um milhao de fios e estes fios me fizessem ser uma escritoradesenhista bizarra maluca.

Respire, as viceras nao aguentao mais tanta conturbaçao, muito menos a cabeça, responsavel pelo botao idiota, ou nao….e se eu quebrasse ao desligar, sera que rola? Nao, so me resta saber que tem que harmonizar ou desarmonizar.

Na verdade o que me resta e a musica, o som das teclas batendo e a facilidade de dizer, putz, podia ser diferente e nunca sera, mas o que me consola e que vejo o que vc nao ve e mto menos vera. Vivo fora da matrix e enxergo o que tem dentro como algo sem sabor ou cheiro, sem graça oi desgraça. Aqui fora e tudo tao amplo, colorido e intenso. Ah que visao bucolica de um caos tao desolador para muitos, afinal nao da pra se apegar a nada por aqui certo?

Pois bem, eu me apeguei ao todo capriano, ao holismo do surreal palpavel em maos obscuras e gelidas que me carregam para dentro de uma floresta inexploravel. Mas quer saber, ainda gosto, gozo aqui fora como voce nunca gozara ai dentro, e e de verdade, sem fingimentos ou cronometros, sem calculos ou formulas.

E o gozo de lirismo que me acompanha tao belamente quanto a fome de um leao, o medo de uma lontra ou a frenesi de um morcego. Aqui sou tudo e nada ao mesmo tempo porque gosto assim, do contrario seria mais uma Doroty com sapatinhos de rubi e um toto nos braços.

Meu cao anda livre como minhas asas e o melhor disso tudo e que eu odeio sapatos nessa terra, nao tem graça. seria como comer a embalagem ao inves do bolo, ou ate a etiqueta de preço. Blah!

Ta uma delicia, quer um pedaço?

As meias

seraquesonosempreseradesagradaronaoagradavelmomentodesersozinhoporcompleto

So escrevo nas madrugadas. Sempre tenho um cigarro, um como de algo e o som da noite gritando aos meus ouvidos. Por isso nao pontuo nada. Nao acentuo nada. Nao vale a pena descatar o indesejavel ou o que ja berra por si so. E como colocar uma placa ao lado do como pra dizer que ele esta sinalizando, ou uma seta indicando algo florescente no meio. Isso e acentuar o silencio da noite dos insoniados ou dos sonambulos de plantao.

Hora do cigarro. Hora de parar e ver se esta escrevendo algo com nexo ou mais um post sem pe nem cabeça. Tragada longa e o pensamento longe das palavras escritas. Por que raios e ta complicado se comunicar por um meio tao padronizado como as palavras? Nao sao sinais indescritiveis ou qualquer mimica idiota, sao palavras com significados, ordem e tudo mais.

O barulho do cachoro no quintal comunica mais coisas que as dezenas de palavras que meus dedos freneticos escrevem em mais um post nonsense em um blog sem sentido que sai de uma mente tao confusa quanto os fios todos emaranhados em algum lugar. Aquelas coisas que voce sabe que seria legal ondenar mas existem forças que te impedem de fazer. Parece impossivel, quase como pentear um cabelo longo que nao ve nenhuma forma de desembaraço a meses, que os fios formam um grande e gordo dread.

Acho ate que este gordo dread se comunica mais que as palavras que escrevi. Quase como um filme surreal para literais. Iso mesmo, sonhar para um insoniado e um filme concreto para a mente de um surreal, o cachimbo sendo cachimbo, ou o retrato do cachimbo etiquetado.

Pra que o sonho se este estado de nunca sono que esta sempre presente nos assola  de uma forma tao abstrata quanto um texto de direito a um filosofo ou vice-versa.

Sao so palavras em ordens avessas ou desavessas. Os sonhos fantasiados de devaneios dependendo da ordem dos fatores apresentados. Esqueça as etiquetas e coerencias. Viva o caos do sonharsemsonhar.